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Inter procura incendiário de bandeira do Beira-Rio

O Internacional teve sua bandeira, que fica à frente do Estádio Beira-Rio, queimada no último domingo. O que facilitou a atuação da pessoa foi o fato de que ela estava hasteada a meio pau, fato justificado pelo vice-presidente de Administração, Décio Antônio Hartmann.

"Quando venta forte e chove, temos que baixar a bandeira porque ela pode acabar rasgando. Com a previsão de chuva, a bandeira foi baixada e tínhamos apenas quatro seguranças", disse Décio.

O dirigente acrescentou ainda que os seguranças perceberam que haviam jogado gasolina e ateado fogo na bandeira, por volta das 7h20 (de Brasília), mas não chegaram a tempo de prender o vândalo. "Foi uma ação rápida, de 23 segundos. Vamos encaminhar as informações para a Polícia, e estamos buscando alguns dados maiores", afirmou.

O Internacional providenciará uma nova bandeira imediatamente, de acordo com Hartmann, que não soube dizer se havia outra no almoxarifado.

No último domingo, o Internacional derrotou o Caxias por 1 a 0, no Estádio Centenário, com gol de Alex, em partida válida pela primeira semifinal do Campeonato Gaúcho.

Auxiliar diz que não viu Adriano colocar a mão na bola

O primeiro gol são-paulino na vitória sobre o Palmeiras, no último domingo, no Morumbi, ainda rende discussões. Maria Eliza Correia Barbosa, auxiliar culpada pelos jogadores alviverdes por não ver o atacante Adriano mandar a bola para as redes com a mão, disse hoje, à Rádio Globo, que realmente não viu a irregularidade no lance. "No momento do lançamento, eu estou na linha do penúltimo adversário.

Vejo à minha frente dois atletas em condições e um mais à frente da linha da bola. Prestei atenção para ver se a bola seria tocada a ele, o que caracterizaria impedimento. Um outro atleta me tampa a visão e eu não vejo o Adriano colocando a mão na bola", admitiu.

"Quando não se vê, não há como marcar", completou Maria Eliza, aproveitando ainda para elogiar a conduta do árbitro do jogo, Paulo César de Oliveira. "Não há razão para duvidar da idoneidade dele. O Paulo César é muito honesto", garantiu.

A auxiliar admitiu, no entanto, que se equivocou ao marcar um impedimento contra o Palmeiras aos 43min do segundo tempo. "Realmente eu errei, mas, na hora em que abaixei a bandeira, o jogador do Palmeiras colocou a mão na bola. Aí eu levantei a bandeira de novo. Errei e falei para o atleta colocar a bola no chão e bater logo", concluiu.

 

Adriano estica o braço para balançar a rede e abrir o placar da semifinal, no Morumbi
Adriano estica o braço para balançar a rede e abrir o placar da semifinal, no Morumbi